Motivos para se hosperar no Elara, em Las Vegas

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Se no Residence Inn em Anaheim eu me senti em casa, no Elara, em Las Vegas, eu me senti “ryca” rsrsrs… E a melhor parte é que os preços são excelentes, com tarifas promocionais em várias datas. E mesmo em uma época cara, como a que fomos, eu consegui um preço ótimo neste hotel, que tem nota 8.9 no Booking. Foi de longe o hotel mais bacanudo em que já me hospedei nos EUA.  Continue lendo

5 dicas valiosas para planejar gastos com alimentação nos Estados Unidos

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Para você que vai passar Férias lá Fora agora no final do ano e já está se descabelando com a alta do dólar (eu), hoje dicas boas para planejar o que vai gastar com alimentação e também exemplos de menu com preços de alguns restaurantes. Continue lendo

Diário de bordo: Um sonho de Natal em Nova York (2011)

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Acho que todo mundo que tem como plano de vida viajar pelo mundo tem na recordação aquela viagem especial que despertou esse desejo. No meu caso, essa viagem aconteceu no Natal de 2011, quando fomos a Nova York pela primeira vez.

Conhecer Nova York era definitivamente um sonho de consumo. E consumo mesmo, pois é uma cidade cara e, portanto, quase impossível de visitar gastando pouco dinheiro. Foi meu “retorno” aos Estados Unidos depois de muitos anos, e por esse motivo vai ser sempre uma viagem especial, guardada na lembrança com muito carinho.

Esse foi também o primeiro Natal longe da família, mas a vontade de conhecer a cidade no inverno E no Natal falou mais alto, então fizemos enfim A VIAGEM que só teria sido mais perfeita se tivesse acontecido em 2009, quando casamos.

O ROTEIRO

18 de dezembro, às 23h, saída do Rio de Janeiro

Era a segunda viagem internacional do Douglas e a primeira vez tanto tempo dentro de um avião. Compramos um vôo direto da TAM e teria sido perfeito se não tivéssemos CONGELADO nas poltronas centrais do avião (que até hoje evito por conta dessa viagem). Refeição vegetariana, bom atendimento e nasceu meu amor pela TAM.

19 de dezembro

Depois de passarmos pela imigração e de cara detectarmos que nosso inglês estava enferrujado, nos encapotamos para o frio que só foi sentido quando saímos pela porta do aeroporto para entrarmos na van que nos levaria a Manhattan.

O vento gélido fez arregalarmos os olhos, pois não esperávamos sentir frio com a quantidade de roupas que estávamos vestindo. Pegamos o Super Shuttle no JFK, que custou U$37 para duas pessoas. O motorista era gente boa, mas a van estava lotada e abafada. Apesar da emoção de rodar pelas ruas largas vendo a Big Apple se aproximar, essa viagem de van foi desconfortável e demorada especialmente se considerarmos o preço. Mas estávamos como marinheiros de primeira viagem em Nova York, leia-se “pintos no lixo”.

O motorista nos deixou a um quarteirão da rua do hotel. O Douglas já havia navegado pelo Street View e não demoramos para encontrar a placa do Hotel @Times Square arrastando nossas malas.

Difícil era não olhar para o alto como dois caipiras na cidade grande. Não sei quantas cidades irei conhecer, mas a sensação de olhar para os arranha-céus de Nova York foi a mais incrível. Duvido muito que algo supere pelo simples fato de Nova York ser o cenário dos filmes e séries que mais amamos e (críticas à parte) o ápice do estilo de vida americano…

Conseguimos fazer o check in no hotel antecipadamente. Como ficaríamos 10 dias, nos deram um excelente quarto no último andar. Deixamos as malas e, mesmo cansados por não termos pregado os olhos na viagem, saímos para explorar a cidade, rumo à Times Square, que explodiu na nossa cara numa profusão incrível de cores, luzes e línguas, já que trata-se do reduto dos turistas em NY.

Dá para ficar muito tempo olhando...

Dá para ficar muito tempo olhando…

Não sei quanto tempo ficamos ali hipnotizados pelos telões, mas tiramos todas as fotos clássicas na Times Square.

"popotizado"

Minha impressão é que foi na Times Square que o Douglas se convenceu de que viajar valia a pena, apesar do $$$.

Tomamos o primeiro café Starbucks em solo americano, que virou nosso “ritual sagrado” em Nova York, pois descobrimos a delícia que era ficar com aquele copão quentinho entre as mãos que ficavam frias mesmo dentro das luvas.

"Regular coffee, tall".

“Regular coffee, tall”.

A próxima parada foi o Rockefeller Center, pronto para o Natal com sua árvore gigante e o rink de patinação que é pequeno, caro, lotado, mas simplesmente lindo.

Oh the weather outside is frightful / But the fire is so delightful / And since we've no place to go / Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!

Oh the weather outside is frightful / But the fire is so delightful / And since we’ve no place to go / Let It Snow! Let It Snow! Let It Snow!

A partir deste momento as musiquinhas natalinas não saíam mais da cabeça, pois tocavam em todos os lugares. Se eu estivesse dentro de um filme, seria o “Esqueceram de mim”, porque era Natal, e era Nova York, e essas duas coisas juntas para mim eram sinônimo desse filme.

Seguimos para a 5ª avenida. O destino final era a Apple Store, para o Douglas comprar um iPad. As vitrines preparadas para o Natal eram um espetáculo à parte.

A vitrine que fez todas as outras vitrines do mundo perderem a graça

A vitrine que fez todas as outras vitrines do mundo perderem a graça

Ver a “nave mãe”, o cubo de vidro do Tio Steve com a maçã brilhando foi simplesmente épico.

The Holy Church

The Holy Church

Foi lá dentro que perdi meu marido rsrsrs. Eu estava parada em um canto observando-o na fila para pagar pelo iPad. Me distraí por um instante e quando voltei a olhar ele havia desaparecido. Meia hora depois o encontrei sentado brincando de iPad com um sorriso de orelha a orelha…

"Meu primeiro iPad" kkk

“Meu primeiro iPad” kkk

Próximo destino, Briant Park. Repare que não estou falando de comida! A verdade é que estávamos tão mesmerizados com tudo que nem nos preocupamos em fazer refeições decentes. Entrávamos nas delis e comprávamos pizza, sopa, lanches bem simples, e passamos dez dias fazendo isso.

Encerramos o dia no Grand Central Terminal, conhecido como uma das estações de metrô mais lindas do mundo, e aproveitamos para conhecer a loja da Apple que havia acabado de ser inaugurada lá. Foi lá também que tentamos passar um cartão do Banco do Brasil, que não funcionou por estar “congestionado” no Natal… E acabamos lembrando do Brasil por um breve momento. Sacudimos a cabeça e fomos descansar para o próximo dia.

20 de dezembro

Começamos o dia com um café da manhã super reforçado (leia-se vários Donuts e Bagels com cream cheese). Voltamos para o Grand Central Terminal e tiramos várias fotos lá e também voltamos na loja da Apple para comprarmos um iTunes gift card.

Grand Central Terminal

Grand Central Terminal

Passamos o dia batendo pernas e fotos de Midtown. Gastamos um tempinho bom na Best Buy comprando gadgets.

A Times Square de noite é simplesmente espetacular, e totalmente lotada. 

A Times Square de noite é simplesmente espetacular, e totalmente lotada.

Hora de pagar de turista. Apesar do frio, decidimos passar o resto da noite em cima de um ônibus para fazer um tour pela cidade. O guia não cansava de reclamar de que os guias perderiam seus empregos em breve, já que haviam decidido substituí-los por gravações. Mas, como disse antes, era Nova York, e prestamos mais atenção ao cenário do que à narração. Aliás, ele insistia em falar conosco em espanhol. “No hablo español, meu filho”.

21 de dezembro

Finalmente dia de visitar a Macys. Douglas jura que ficamos horas na loja, mas na minha recordação foi tumultuado e breve, já que o marido aguardava com tédio na lanchonete da loja rsrsrs

Finalmente comprei um casaco que dava conta do frio.

Finalmente comprei um casaco que dava conta do frio.

Neste dia conseguimos comprar tickets para assistir ao musical Sister Act (do filme Mudança de Hábito). Muito bom espetáculo e preço. Excelentes cantores, nota 10.

22 de dezembro

Com as pernas “doces” de tanto andar, tiramos dois dias para conhecer a cidade nos ônibus, dando mais uma chance a eles. Grata surpresa, nos próximos passeios tivemos ótimos guias. Demos boas risadas e aprendemos muita coisa sobre Manhattan. O mais legal é que ele cobre diversas áreas de NY, descritas por um local, com direito a fofocas rsrsr.

Empire State - of mind

Empire State – of mind

Descemos no Battery Park e tive meu primeiro encontro com os esquilos novaiorquinhos. Comemos um pretzel que estava uma porcaria e acenamos, muito ao longe, para a Estátua da Liberdade. É uma estatuazinha bem michuruca. Parte da decepção se dá devido ao uso de contre plongee nos filmes rsrsrsr…

Cadê a Estátua?? rsrsr

Cadê a Estátua?? rsrsr

De volta ao ônibus passamos pertinho da Brooklyn Bridge e diversos outros marcos, como o prédio das Nações Unidas.

23 de dezembro

Neste dia resolvemos ir ao Museu de História Natural, onde passamos boa parte da manhã e da tarde. Almoçamos por lá mesmo num excelente bandejão. O museu em si é simplesmente sensacional. Mas foi difícil de sair dele, pois o Douglas queria ler cada placa e não se deu conta de que desta forma teria que passar algumas semanas lá dentro. Há projeção iMax (foi a primeira vez que vimos) e um planetário meio sem graça, mas foi locação de um episódio lindo de Friends, então tínhamos que conhecer rsrsrs…

Impressionante!

Impressionante!

O ponto alto do dia foi nossa primeira caminhada no Central Park. Não sou uma pessoa que curte parques ou natureza. Mas o Central Park virou, e é ainda hoje, meu local preferido em Nova York. Não sei explicar o motivo. Eu acho o parque lindo, mas sei que há muita gente que desfaz, dizendo que “não é nada demais”. Independente de opiniões pessoais sobre a beleza do lugar, eu tenho uma sensação muito boa quanto estou lá. No meio do movimento da cidade um ambiente mágico simplesmente único. É o único lugar do mundo que me dá vontade de sentar num banco qualquer e ficar horas e horas sem fazer nada…

AMO

Amo e não enjoo do Central Park

24 de dezembro

Quase natal! Dia de conhecer Nova York do alto. Mais precisamente do Top of The Rock! Considero imperdível. Como a única estação que pego em Nova York é o inverno, morro de vontade de ter essa visão do alto em outras estações…

Melhor visão de Nova York. De um lado o Central Park. Do outro o Empire State.

Melhor visão de Nova York. De um lado o Central Park. Do outro o Empire State.

25 de dezembro

É Natal! Definitivamente um dia em que tudo para em Nova York e até encontrar lugar para comer foi difícil. Então decidimos ficar o dia todo no Central Park para tentar conhecer o que faltou (e digo que não eu tempo!).

Pode morar aqui?

Pode morar aqui?

Tentamos almoçar em um restaurante que fica no parque chamado Boat House, mas como não fizemos reserva, sem chance! Passamos o resto do dia contemplando o cenário, cheiros e sons. Vimos a patinação no lindo rink do Central Park e viajamos nos músicos de rua que ficam tocando no parque. Só música boa… Depois coloco um vídeo que mostra bem isso.

Místico

“Adeus Central Park”. Eu já sabia que iria voltar…

26 de dezembro

Não há muita coisa para falar deste dia exceto que foi um dia de compras no Jersey Gardens. Ou seja, dia de tortura para o Douglas, mas até ele comprou umas coisinhas. No fim da tarde encontro com ele sentado, tomando café, cabisbaixo. Dei risada quando ele falou que todo mundo tinha sapato novo, menos ele. A vontade era de dar um safanão, porque ele passou o dia fazendo nada e no final resolveu que precisava (óbvio) de calçados novos. Ele só entendeu o motivo de todos estarem usando tênis novo quando viu o mesmo tênis que havíamos comprado meses atrás no Brasil por R$400 sendo vendido a U$26. E é por isso que os Americanos e os turistas usam sapatos novos.

27 de dezembro

Puxa, esse foi um dia duro em que tivemos que aceitar que em breve nossa viagem chegaria ao fim. O último dia é sempre nostálgico, mas não perdemos tempo. Andamos para cima e para baixo e curtimos ao máximo os últimos momentos. De madrugada contratamos um carro para nos levar de volta ao aeroporto, porque a van não tinha sido muito divertida rsrsrs. Batemos papo com um motorista bacana, e pena que no final o Douglas sem querer errou na conta e deu dinheiro a menos para o cara. Que mico! Espero até hoje que ele não tenha nos julgado por sermos brasileiros (no mal sentido da palavra). Foi sem querer!

28 de dezembro, 7h25, vôo Nova York – São Paulo – Rio de Janeiro.

Apesar da escala, vôo rápido, mas atrasou e tivemos que correr como loucos para pegar o vôo que ia de São Paulo para o Rio. Foi por MUITO pouco que não perdemos…

Na alfândega, como viraria rotina, fomos parados (mesmo tendo uma só mala). Mais uma vez não fomos taxados. Foi só perda de tempo, como sempre.

SALDO DE VIAGEM

Passamos 10 dias conversando em inglês um com o outro 100% do tempo. Foi uma grande imersão… Sem falar na dificuldade de compreender diferentes sotaques na cidade.

Todas as noites antes do dia 25 eu saía do hotel sozinha para ir à Macys, que nesta época abre de madrugada. O Chrysler Building de noite, eu andando pelas ruas de Nova York às 2 da madrugada, ouvindo música, me sentindo no topo do mundo. E estava mesmo!

Produtos de beleza para comprar nos EUA

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Shampoo, condicionador, maquiagem, cosméticos de todos os tipos. Se há um lugar bom para se comprar estes produtos pelo melhor preço possível este lugar se chama Estados Unidos. Neste post irei dar algumas dicas de produtos imperdíveis para você trazer quando for a Orlando ou a qualquer cidade dos EUA.

Produtos para cabelos:

3 minute miracle, da Aussie: é um condicionador que tem efeito de hidratação em 3 minutos. Ele é denso como uma máscara de hidratação e surte efeito imediato. Parece mesmo milagre, e é baratinho (U$3,50). Se você comprar 4 potes terá produto para o ano todo.

3 minute miracle

3 minute miracle

Shampoo hi-end: nos EUA você compra shampoo bem barato, mas é sempre bom escolher um vidrão daquela marca mais cara para revezar com os mais simples. Há três marcas que recomendo:

– Paul Mitchell (especificamente o Awapuhi): o melhor cheiro do mundo. Esse é caro. Costuma custar U$30 por vidrão de 1 litro, mas vale cada centavo. Já consegui comprar na Ulta por U$16, porque estava rolando promoção.

Awapuhi Shampoo, Paul Mitchel. Ps: não compre o condicionador Detangler (tudo que o Awapuhi é bom o Detangler é ruim)

Awapuhi Shampoo, Paul Mitchel. Ps: não compre o condicionador Detangler (tudo que o Awapuhi é bom o Detangler é ruim)

– Redken: esse todo mundo conhece e sabe que no Brasil custa uma fortuna. O preço normal nos EUA é U$30 dólares por vidro de 1 litro, mas também já achei pela metade em promoção na Ulta. Dá uma olhada no preço praticado no Brasil. Certamente o mesmo custa no mínimo R$100 em lojinha chinquelingue. De for loja que paga imposto, R$250 com certeza.

– Bed Head, da Tigi: essa marca americana tem a mesma faixa de preço da Redken, mas é mais fácil encontrar em promoção. A linha Bed Head para hidratação é sensacional e, se procurar, acha shampoo e condicionador, ambos em embalagem de 750 ml, por menos U$30 dólares.

Bed Head Moisture Maniac

Bed Head Moisture Maniac

Produtos para a pele:

Lenços demaquilantes, da Neutrogena: recomendo comprar bastante e, além das embalagens de refil, compre também o potinho de plástico que conserva os lenços por mais tempo. Há outras marcas mais baratas, mas a neutrogena é a melhor. Um saquinho com 25 unidades custa U$5.

Fresh foaming cleanser, da Neutrogena: Demaquilante em forma de sabonete bom para lavar o rosto retirando os excessos de maquiagem. Uso todos os dias. Cada frasco custa R$6. Dois frascos duram o ano todo.

cleanser neutrogena

Bom para uso diário e é baratinho

Reconhecidamente o melhor lenço demaquilante do mercado

Compre a caixinha. Vale a pena, especialmente se não for usar os lenços todos os dias.

Compre a caixinha. Vale a pena, especialmente se não for usar os lenços todos os dias.

Cetaphil: melhor custo-benefício em termos de hidratante. De você usa muito, prepare-se para abandonar todos os outros. No Brasil o preço é ridículo de caro e lá nos EUA é ridículo de barato. Um frasco grandão custa US$8 no máximo. Já vi o mesmo frasco em uma farmácia aqui no Brasil por R$165. Me explica essa conta!

Linha completa - Para peles muito secas opte pelo Cetaphil Restoraderm

Linha completa – Para peles muito secas opte pelo Cetaphil Restoraderm

Maquiagem

Acho que para maquiagem vale um post exclusivo. A principal dica é não comprar nenhuma marca das mais baratinhas (Maybelline, Revlon, Loreal, Milani, Wet n Wild, etc) antes de ir ao Walmart. Lá você vai encontrar os melhores preços para estes produtos.

Batons e Blushes NIX: já falei sobre essa marca em outro post, mas sempre é bom lembrar que você terá que ir a uma Ulta para comprar. Os blushes e batons são o melhor custo-benefício.

Os blushes em pó são ótimos, mas os blushes em creme são sensacionais.

Os blushes em pó são ótimos, mas os blushes em creme são sensacionais.

Paleta de sombras Wet n Wild: se você quiser comprar sombras de qualidade por preço baixo a melhor opção são as paletas da Wet n Wild. Melhor marca de sombras dentre as baratinhas. Super pigmentadas e cremosas.

Paleta de sombra da Wet'n'Wild

Paleta de sombra da Wet’n’Wild

Acessórios

Pincel para maquiagem Real Techniques: para quem não quer gastar rios de dinheiro com pincéis da Mac, recomendo muito a linha da youtuber Samantha Chapman. O nome da marca dela é Real Techniques. Tenho quase todos e digo que são sensacionais! Não são baratinhos não, mas também não são super caros como os da Sigma (eu acho caro) e os da Mac (que de fato são uma fortuna). A questão é que não são tão fáceis de achar, mas na Ulta tenho certeza que tem e ouvi dizer que o Walmart iria começar a vender também. Recomento muuuuito esses pincéis para quem não tem muitos ainda. A linha é bem completinha e a qualidade é ótima.

Pincéis Real Techniques. Meus preferidos são os dual fiber, mas TODOS são ótimos.

Pincéis Real Techniques. Meus preferidos são os duo fiber que comprei na minha última ida à Ulta, mas TODOS são ótimos.

Pinça Tweezerman: Sabe aquela pinça que é ótima quando está nova e meses depois não presta mais? Pois é… compre uma Tweezerman nos EUA e tenha uma pinça eterna. Sério. É uma pinça cara. Acho que a mais humilde custa US$20, mas vale muito a pena. Se você cuidar dela terá uma pinça perfeita para sempre. A minha tem 3 anos e parece que comprei ontem.

Dinheiro bem gasto!!

Dinheiro bem gasto!!

 

Certamente vou me lembrar de mais coisas depois que publicar este post. Em breve espero fazer um post sobre produtos mais bacanudos nos quais vale a pena gastar uma graninha a mais (coisinhas de Sephora, por exemplo…). Até!

Fazendo compras nos Estados Unidos: como planejar e como gastar

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Depois de algumas experiências em planejar férias incluindo uma graninha para as “comprinhas”, eis as minhas principais dicas:

Se gostar de algo, compre. Se deixar para depois vai ficar sem!

Na primeira vez em que viajei eu ficava comparando preço entre uma loja e outra (noob!). E nessa, no meio das programações e do tempo que parece nunca ser suficiente para fazer tudo, muita coisa que eu queria muito comprar simplesmente ficou para trás. Pense o seguinte: no Brasil tudo é no mínimo o dobro do preço. Se lembrar deste “detalhe”, uma pequena diferença no valor de uma loja para a outra não compensa o tempo e o trabalho de ficar pesquisando. Se gostar (e puder pagar, lógico rsrs), compre logo. Melhor que passar o ano todo se arrependendo…

Com ou sem IOF, prefira cartão pré-pago

Com a atual (e malvada) mudança nas regras de cobrança de IOF, que vale agora também para o cartão pré-pago (Visa Travel Money e similares), muita gente vai preferir fazer compras no cartão de crédito mesmo. Sem dúvida é mais prático e ainda pode acumular pontos. No entanto, principalmente para quem nunca viajou para os Estados Unidos, essa pode ser uma armadilha e tanto, pois é muito mais difícil controlar os gastos. Afinal, no caso do cartão de débito, quando ele acaba é sinal de que você torrou tudo que tinha planejado… No de crédito, se não for uma pessoa muito organizada, pode perder a noção do quanto está gastando. São muitas compras, muitas mesmo, e depois de dias você se acostuma a comprar, comprar, comprar… Muito cuidado para não quebrar a banca! Vá com calma que quem sabe no ano seguinte não dá para voltar 😉

Imagine chegar no Walmart sem uma lista? Se fizer isso não irá comprar nada, ou, pior, irá comprar mal.

Imagine chegar no Walmart sem uma lista? Se fizer isso não irá comprar nada, ou, pior, irá comprar mal.

Faça uma lista, pesquise valores na internet e estabeleça limites

Sabe a primeira dica, de comprar sem pensar muito? Bom, ela não é tão maluca se colocada em prática junto com esta dica aqui ó: tenha uma lista com o quanto quer gastar com cada coisa e aí sim, quando ver algo que está na lista, compre. Dá para ter uma noção de todos os preços fazendo pesquisas na internet. Isso ajuda a planejar, antes de viajar, o que deseja de fato comprar. Imagine que você tem uma cota de X dólares para gastar, e percebe que aquela câmera vai consumir boa parte dela. Neste caso, antes de viajar e se deparar com este tipo de dilema, defina prioridades!

Difícil é respeitar os limites...

Difícil é respeitar os limites…

Não entre em frenesi!!!!

O ditado “quem nunca comeu melado quando come se lambuza” é verdade absoluta, especialmente no que diz respeito a brasileiros em Orlando/EUA. Tudo é tão mais barato que dá vontade de comprar o mundo. A pessoa chega num Walmart da vida e compra quinze quilos de MMs, dez potes de Pringles, e por aí vai. Parece aquelas gincanas em que quem encher mais o carrinho ganha um prêmio do final.

Outra coisa que acontece muito é a Síndrome da Bugiganga. A pessoa torra uma nota com lembrancinhas, que nos parques custam uma fortuna, e coisas que nem queria comprar. A verdade é que, mesmo tendo se planejando muito, uma hora a grana acaba, e a pior coisa é ter comprado um monte de porcarias, só porque essas porcarias no Brasil custam uma fortuna.

Infelizmente estamos acostumados a pagar muito pelas coisas, mas tente ter foco. Em resumo: compre o que tinha planejado comprar e tente não comer como louco, afinal não é à toa que os americanos estão gordos!

Siga sua lista ou acabará como eu, comprando cotonetes rsrsr...

Siga sua lista ou acabará como eu, comprando cotonetes rsrsr…

Tome como regra pagar MUITO barato

Considerando que atualmente (15/03/14) o dólar está alto, é preciso ser mais exigente com os preços. Infelizmente não dá mais para só multiplicar por 2….

Nunca entendi as pessoas que vão para os EUA e compram um Nike por mais de US$100 dólares só porque é lançamento, ou porque gostou. Cada um que use seu dinheiro como quiser, mas é triste ver tanto desperdício de verdinhas!

Lembro bem que na primeira vez que fui aos EUA depois de “velha” 😛 encontrei um tênis que tinha acabado de comprar no Brasil (na época por R$400) sendo vendido em um outlet por US$26. Guardei esses valores porque foi traumático rsrs. Desde então coloquei na cabeça que só compro nos EUA o que for realmente barato, pois há muitas opções. Por exemplo: no Outlet da Nike você encontra tênis de US$90, mas a maioria custa menos de US$50. Vou procurar sempre um tênis que tenha três requisitos: 1) confortável; 2) bonito; 3) barato, muito barato. Pode ser que o que eu mais goste não esteja com um bom preço. Então ele volta para a prateleira. Cada vez que viajo compro tênis, e nunca mais caro que US$30 ou no máximo US$40. O mesmo vale para roupas. Estabeleça um limite por peça e só compre algo mais caro do que esse limite se gostar muito. Um exemplo? Blusinhas na Forever 21 por não mais de US$18 dólares. Dá para achar muita coisa legal nessa faixa de preço.

E se quiser comprar coisas nos parques, estabeleça uma cota, pois é tudo muito caro...

E se quiser comprar coisas nos parques, estabeleça uma cota, pois é tudo muito caro…

Cuidado com a alfândega…

Quando você fala que vai para os EUA começa a chover gente te pedindo para comprar coisas de todos os tipos! Como regra, eu digo não para todas (exceto para os MUITO chegados, claro…), porque quero curtir férias e não virar sacoleira. Independente do que comprar lá, para você ou para os outros, lembre-se da fiscalização da alfândega. Não houve uma só vez em que eu não tenha passado as malas no raio-x, e em uma delas tive até que mostrar nota fiscal de equipamentos eletrônicos (que por “sorte” eu havia comprado no Brasil).

Os fiscais farejam iPad. Além disso, acho que eles se baseiam em alguns pré-conceitos (fundados e infundados) para parar as pessoas. Estou certa de que tenho cara de sacoleira, e dou sorte de nunca terem implicado com a quantidade de roupas e vidros de shampoo (apesar de um dos fiscais certa vez ter rido na minha cara rsrsrs). Para minha sorte, nunca precisei pagar nada, mas sei de histórias de fazer chorar. Não exagerem especialmente com eletrônicos. No fim das contas, ainda que te façam pagar alguma coisa por ter muitas roupas e coisas do tipo, o que pega mesmo são equipamentos eletrônicos, porque é mais fácil para eles levantarem os preços e enfiarem a faca. Caso queira “exagerar” sem declarar, prepare-se para arcar com as taxas + multa. No fim do ano quero comprar um Macbook novo e, sinceramente, prefiro me planejar para pagar o imposto devido…

Se tiver muitas malas, e todas elas abarrotadas, a chance de ser parado é maior.

Se tiver muitas malas, e todas elas abarrotadas, a chance de ser parado é maior.

Sobre macetes para não ser parado, não acredite neles. Se te perguntarem algo, fale a verdade. Afinal você está voltando para o Brasil, mas logo no primeiro dia não precisar ser tão brasileiro…

Quando chegar no Brasil, pare de comprar

Que me perdoe a economia nacional, mas é preciso lembrar que as férias acabaram e que tudo no Brasil custa uma fortuna. Depois de duas, três semanas fazendo compras e batendo perna todos os dias, a tentação de manter o hábito no Brasil é forte. Lembre-se: nada aqui é barato. Assim que pisar no aeroporto aceite que acabou e comece a juntar $ para a próxima.

Diário de bordo: voando para Orlando e Nova York

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Em janeiro desse ano (2014) voamos pela primeira vez para os Estados Unidos com a companhia American Airlines. Até então só havíamos voado para os EUA de Tam, mas desta vez o budget estava mais apertado e resolvemos tentar um vôo mais barato…

Acabamos descobrindo que pelo mesmo preço do vôo Rio – Orlando – Rio conseguiríamos fazer Rio – Nova York – Orlando – Rio, e por isso não resistimos à possibilidade de matar a saudade de NY.

As passagens foram compradas na Decolar.com, pois foi o melhor preço que encontramos. Então tudo certo. Assentos marcados, refeição vegetariana solicitada e malas prontas. Ansiedade alta até que… na madrugada do dia de viajar recebo por email uma notificação de cancelamento do vôo. Às 6 da manhã ligo para o atendimento da American Airlines. Bom atendimento, mas só haveria vôo disponível dali a 2 dias! Isso me deixou muito desapontada, mas o atendente me aconselhou a marcar esse vôo mesmo, pois as vagas eram poucas e se esgotariam rapidamente (quando o restante dos passageiros acordassem e vissem a notificação de cancelamento…). Ok. Vôo remarcado. Adeus tickets (não reembolsáveis) para a Opera no Met. Esse sonho fica pra próxima ida a NY.

Bom, chega de spoiler. Os detalhes dos vôos que fizemos com a American e a principal dica relacionada aos assentos de emergência eu conto no vídeo abaixo.

Um tour pela Costa Oeste: Las Vegas, São Francisco e Los Angeles

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Fevereiro daqui a pouco está acabando e já passou da hora de começar a programar a próxima viagem. É muito difícil não ir a Orlando, mas como esse ano já foi a segunda vez consecutiva, acho que tá na hora de variar um pouco e dar um rolé em uma região que me atrai muito: a Costa Oeste dos Estados Unidos.

Essa é uma viagem que achei que demoraria anos para fazer. Mas se tudo der certo em dezembro aterrizamos em Las Vegas, subimos para São Francisco e, depois de tomar muito vinho em Napa Valley (e quem sabe bater um papo com o Coppola…), chegamos a Los Angeles, encerrando a viagem com um reveillon na Disneylândia (lágrimas…).

O roteiro está no mapa abaixo. O único trecho que será percorrido de avião será o de Las Vegas a São Francisco, porque queremos descer a famosa Highway 1 de São Francisco a Los Angeles de carro, passando pelos mirantes e outras atrações turísticas.

A – Las Vegas, Nevada

B – São Francisco, Califórnia

C – Napa Valley, Napa, Califórnia

D – Monterey, Califórnia

E – Big Sur, Califórnia

F – Santa Bárbara, Califórnia

G – Los Angeles, Califórnia

H – Anaheim, Califórnia

E aí? Deu pra cansar? O desafio agora é fazer essa farra toda caber no orçamento (tenso!). A gente que está acostumado a pagar baratinho em hotel basicão em Orlando vai passar aperto para conseguir bons preços, ainda mais com um grupo maior, mas planejamento é pra isso!

O primeiro passo, como sempre, é a compra das passagens! Simbora simular vôos na decolar.com…