Vídeo: o melhor de Amsterdã, Bruges, Bruxelas, Volendam e Marken

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Dias muito intensos, antes do congresso, para conhecer cidades próximas a Amsterdã. Além do interior da Holanda, duas cidades na Bélgica: Bruxelas e Bruges, a cidade medieval conhecida como “Veneza do Norte”. Depois posto aqui o roteiro detalhado!

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China: dicas para planejamento de viagem

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Por Douglas Machado

Se você tem vontade de conhecer a China, mas está com medo por conta das diferenças culturais, da distância e do idioma, não se preocupe! Esse post é um roteiro básico para que você possa preparar uma viagem tranquila para o país asiático.

Visto

Diferentemente dos Estados Unidos, os vistos chineses são por tempo e por entrada (quantas vezes você vai entrar no país). É necessário entrar no site do consulado e conferir o tipo de visto que atende a sua necessidade. Também vale a pena ver direitinho se os locais que você vai são realmente na República Popular da China. Se você for até Hong Kong ou Macau, por exemplo, e tiver um visto de uma única entrada na China, não poderá entrar novamente. Já imaginou que aperto? De resto, é como o visto americano, mas mais rápido: agenda-se a entrevista, faz-se a entrevista e pega-se o visto. Diferentemente do visto americano, dificilmente vão negá-lo. A entrevista é mera formalidade. O preço também é inferior ao visto americano. O atendimento não é lá essas coisas, mas resolve rápido.

Dinheiro

Recomendo o Visa Travel Money, mesmo com os encargos recentes. Quando fui, carreguei em dólar mesmo e lá ele ia debitando em yuan (moeda chinesa). Vá também até uma casa de câmbio e compre alguns yuans para miudezas. Você não vai precisar de muito dinheiro… mesmo. A moeda chinesa vale muito pouco. Na época 100 yuans valiam 42 reais ou 15 dólares. E tudo lá é muito barato.

Comparação: 100 Yuan = 42 reais = 15 dólares (em maio de 2012)

Comparação: 100 Yuan = 42 reais = 15 dólares (em maio de 2012)

Viagem

Dá para fazer tudo pelos sites tradicionais. No meu caso, fiz pela Decolar. Todos os voos têm escala (por motivos óbvios) e o fuso é de 12 horas. Prepare-se para chegar exausto. Você gastará no mínimo dois dias de viagem.

Hotel

O preço dos hotéis é bem em conta. Também dá para fazer tudo pelos sites tradicionais, como o Booking. Veja com cuidado os comentários, principalmente para questões relacionadas à higiene.

Hotel da rede Days Inn em Beijing

Hotel da rede Days Inn em Beijing

Turismo

Bem, aqui entra um assunto meio controverso. Normalmente sou a favor de “desempacotar”, ou seja, de fazer tudo por conta própria. No caso da China, recomendo um pacote para transporte e passeios. O melhor é fazer um pacote com guia, como eu fiz. Carro particular e guia com inglês fluente não custa caro. Vá em todos os clichês. Beijing é um must do. Se nunca foi na China, vá em  Beijing primeiro. Faça tudo o que tiver direito, principalmente: Cidade Proibida, Tiananmen Square, Muralha, Mausoléo do Mao, Summer Palace, Mings Tombs, Birds Nest (o Ninho de Pássaro) e os famosos Hutongs.

Curiosidades

Dicas e curiosidades que vão te ajudar por lá.

– Praticantes de inglês: adolescentes virão conversar com você (se estiver desacompanhado), dizendo que querem apenas praticar o inglês. São pessoas muito simpáticas. Te chamarão para uma casa de chá e pedirão os chás mais caros (caros MESMO). No final vão pedir para você pagar a conta. Em resumo: converse, se quiser, mas não vá a nenhuma casa de chá, bar e etc.

– Segurança: apesar desse “golpe”, a China é um país extremamente seguro para turistas. Beijing tem mais de 20 milhões de habitantes e você pode contar dinheiro na rua e usar seus gadgets tranquilamente. Ninguém vai te assaltar. Ninguém mesmo.

– Escarros: chineses escarram o tempo todo. Até as comissárias de voo escarram (e cospem). Em Beijing há locais com placas de “proibido cuspir”. É cultural. Acostume-se com isso.

– Trânsito: você acha o trânsito do Rio caótico? É porque nunca foi na China… Pense num condutor de trem, que nunca para nem dá a preferência e só buzina. Lá é assim para qualquer tipo de veículo, desde o carrinho elétrico do vigilante do aeroporto até ônibus e caminhões. Todo mundo buzina MUITO. Chega a ser infantil, sabe? Tipo… “sai da frente… bi bi bi, saaaai”. Nunca atravesse a rua sem olhar para os lados, mesmo que o sinal esteja verde para você. Fique um tempo parado no cruzamento e olhe como os chineses atravessam. Uma hora você vai descobrir uma brecha e aí é só atravessar o mais rápido possível, sempre olhando. Tome cuidado também com as bicicletas. Em Beijing são proibidas motos e bicicletas com motor a combustão. Todas são elétricas. São rápidas e silenciosas. E são muitas.

– Voo: as chances de tomarem seu assento são grandes. Chame a comissária se isso acontecer. Possivelmente o chinês sentado em seu lugar fingirá não falar inglês (o que eu duvido, já que ele está num voo internacional).

– Filas: onde cabe um chinês, haverá um chinês. As filas não são respeitadas. É diferente do que acontece no Rio, por exemplo. O chinês não é “malandro” ao furar a fila. Ele entra na sua frente e pronto. O macete é não deixar espaço. Acontece em qualquer lugar: embarque no avião, elevador, restaurante self service, trânsito, banheiro, caixa e etc.

– Internet: os serviços que mais usamos no ocidente são bloqueados. Nada de Facebook, Twitter, Google Plus, WordPress e etc. Se você quiser essas mídias, compre um app de VPN (pergunte seu amigo que entende de informática antes de ir).

– Poluição: não tenha expectativas de tirar belas fotos da vista. A poluição está em todo lugar. O céu geralmente é cinza e você não enxerga muito longe. Ver o sol, só no avião…

Tiananmen Square. Note a cor do céu.

Tiananmen Square. Note a cor do céu.

– Comida: espetacular, se você gosta de comida oriental. Os orientais comem muito bem, em quantidade e qualidade. Não espere derivados do leite, mas esteja preparado para comer shitake e sushi logo pela manhã. Não tenha frescura. Os chineses compartilham a comida (exceto o arroz).

Café da manhã: shitake

Café da manhã: massa com cogumelos

Mais cogumelos.

Mais cogumelos.

O melhor shitake.

O melhor shitake.

Apenas uma parte do que é servido em um jantar. MUITA variedade.

Apenas uma parte do que é servido em um jantar. MUITA variedade.

– Banheiro: eles não usam a privada que usamos por aqui, mas sim latrinas. Até no aeroporto de Beijing (que é muito luxuoso) usam-se latrinas. Se não conseguir se acostumar com a ideia, veja antes se o seu hotel tem privadas “comuns”.

– Serviço de quartotranque a porta do quarto. As arrumadeiras, falando em chinês, batem várias vezes na porta (como o Sheldon do Big Bang) e entram. Sim! Elas entram, falam contigo em chinês, não importa como você está vestido, fazem o que têm de fazer e saem.

Smartphone/tablet: recomendo levar um (com acesso à internet – alugando um chip por lá). Será muito importante para ajudar na sua comunicação. Se você não fala chinês, será muito útil escrever em português e mostrar para as pessoas em chinês. Importante: pessoas mais simples (como taxistas, motoristas e etc.) nem sempre sabem ler.

Por fim, recomendo que você assista muitos documentários e leia muito antes de ir. Aprenda a falar o básico em chinês (“oi” e “obrigado” pelo menos). A China é um país fantástico que está crescendo aceleradamente. Se você acha que a China é um país pobre que está se tornando rico, lembre-se de que por milênios a China mandou e desmandou no mundo inteiro. Eles estão apenas se empenhando em retornar a esse status…

Amsterdã – meus 10 programas imperdíveis

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1) Visitar o Museu Anne Frank
Trata-se do “anexo” em que ela e sua família viveram durante os dois anos em que se esconderam dos Nazistas, até serem denunciados, presos e mortos. O Diário de Anne Frank foi um livro que marcou minha adolescência. Essa visita será muito emocionante.

2) Conhecer os moinhos de Zaanse Schans
Disputam com os jardins de tulipas o título de principal cartão postal da Holanda. Essa visita inclui também as vilas de pescadores Volendam e Marken, em que há fábricas de queijos (HUM…) e daqueles clogs que eles usam (tamancos de madeira).

3) Ir ao Museu Van Gogh e Rijksmuseum
São os dois museus mais importantes, portanto parada obrigatória. Não ousaria ir a Amsterdã sem visitá-los. Seria o mesmo que ir a Paris e não entrar no Louvre (algo que não fiz AINDA).

4) Passear de barco pelos canais de Amsterdã
Vou agendar o passeio noturno, pois já imagino o potencial para fotos lindas com as luzes da cidade refletindo nas águas…

5) Tomar sol no Vondelpark
Sou a morena mais desbotada que conheço pois adoto como estilo de vida não tomar sol (vitamina D níveis baixíssimos), mas quando a gente viaja é bom subverter as regras. Como todo guia de Amsterdã coloca em destaque um passeio no Vondelpark, tá aqui na lista de imperdíveis também.

6) Assistir a uma apresentação musical no Concertgebouw
Dizem que esta casa de espetáculos tem uma das melhores acústicas do mundo. As apresentações são diárias: operas, ballets, concertos…

7) Comer batata-frita com maionese na rua
Depois que eu parei de comer carne foi praticamente o fim da comida de rua (adeus espetinhos, cachorros-quentes e sandubas podrões). Mas em Amsterdã a comida de rua mais famosa é a batata-frita vendida em um cone com uma plastra de molho no meio. Claro que eu vou comer!

8) Comer a torta de maçã do Winkel 43: o Ducsamsterdam indicou e me convenceu com a foto. Como torta de maçã é uma das comidas mais típicas que eles têm por lá, vou fazer esse esforço (até porque não há a menor chance de eu provar aquele peixe defumado com cebola crua que se come pegando pelo rabo – veja aqui do que eu estou falando).

9) Ir ao supermercado Albert Hejin e comprar stroopwafels: adoro conhecer supermercados quando viajo. Por eles dá para ter uma noção boa de como se vive no lugar, o que as pessoas comem, o que elas compram. Comi stroopwafles por aqui mesmo outro dia e não achei nada demais, mas CERTAMENTE os stroopwafels de Amsterdã serão melhores que os de Juiz de Fora, né? dããã…

10) Ir a Bruges e/ou a Bruxelas: já que a Bélgica tá ali do ladinho, não vai dar para resistir! Não sei se irei conseguir ver as duas cidades por conta do pouco tempo (quer opinar?), mas cairia bem tirar fotos de construções medievais, comer waffles açucarados e provar os melhores chocolates do mundo.

Posts relacionados: Dúvida cruel para um dia na Bélgica: Bruges ou Bruxelas?

O mundo segundo os brasileiros: programa ótimo sobre Amsterdã

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Indicação do Eduardo Mezzonato, e agora vira minha recomendação também. Muito bacana esse programa sobre Amsterdã (coisa rara na televisão brasileira!).

Estou precisando agora de indicação de livros, filmes, etc… Para falar a verdade eu queria um bem focado na história da cidade… Se alguém conhecer, comente aí…

Encerrando o dia no Magic Kingdom e Hollywood Studios: aguente firme porque vale a pena!

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Sem essa de estar cansado ou com preguiça. Se tem uma coisa, ou melhor, duas coisas que valem a pena no Magic Kingdom e no Hollywood Studios são os shows de encerramento. Para falar a verdade tudo vale a pena porque são, na minha opinião, os melhores parques do complexo Disney em Orlando, mas estes show são simplesmente imperdíveis, não importa seu nível de cansaço no final do dia! Dê uma olhadinha e confira também algumas dicas!