Qatar Airways aprovada!

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Eu sabia que não era uma companhia ruim, mas é difícil ser otimista com um vôo de 14h e outro de quase 8h, depois de uma conexão Rio-SP com a Gol. Estou no meio do vôo para Doha e até aqui eu e a Qatar Airways viramos super amigas. Continue lendo

Rio-Amsterdam voando com a KLM

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A expectativa de voar com a KLM era alta e não decepcionou. É de se esperar que uma cia aérea que tenha uma coroa no logotipo preste um serviço decente. Mais do que a identidade visual que eu adoro, a experiência já começou bem no site, certamente diferenciado, e no aplicativo para iPad. Em relação ao voo em si, o atendimento foi impecável, a aeronave nova e confortável, banheiros limpos durante todo o voo e, importante destacar, refeição vegetariana de qualidade! Posso me apaixonar pela KLM? Tudo bem que esse voo só rolou por conta do destino e dos preços inflados pela Copa do Mundo, mas valeu muito a pena!

 

Passagens compradas: vamos para Singapura pela Qatar Airways

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Depois de pesquisar optei por voar para Singapura pela Qatar Airways. Será uma viagem de ida longa (mais de 30 horas, em 3 dias). Saindo do Rio de Janeiro para São Paulo, São Paulo para Doha e, finalmente, de Doha para Singapura. O vôo tem ótimo horário de chegada em Singapura. Já a volta é às 2h da manhã, mas o lado positivo é que o Aeroporto de Changi, em Singapura, é considerado O MELHOR do mundo, e o que não falta é coisa para fazer enquanto se espera (cinema, piscina, etc – a lista de entretenimentos é grande).

Assentos marcados, refeição vegetariana solicitada. A impressão com a companhia, através do site, foi das melhores.

Então, para começar os “estudos” sobre Singapura, nada melhor que “O mundo segundo os brasileiros – Cingapura”

MapsEngine do Google para programar roteiro de viagem para Amsterdã

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Faltam exatamente 2 meses, mas minha programação para Amsterdã está praticamente pronta, com ingressos comprados. A mania da vez é fazer o mapa no MapsEngine com os principais pontos turísticos, atrações, comida de rua e restaurantes.


Dia 1 – Voo Rio Amsterdã

Dia 2 – Chegada em Amsterdã >> Check in >> Passeio de barco pelos canais >> Concerto da Filarmônica da Holanda no Het Concertgebouwn.

Dia 3 – Passeio de um dia em Bruges, na Bélgica.

Dia 4 – Casa da Anne Frank >> Museu Van Gogh >> Rijksmuseum >> Passeio nos moinhos de Zaanse Schans e cidadezinhas Marken and Volendam.

Dia 5 – Livre (pensando em ir para Haia visitar o museu do Escher…)

Dia 6 – Congresso

Dia 7 – Congresso

Dia 8 – Congresso

Dia 9 – Voo Amsterdã Rio

 

Final de semana com uma Harley Davidson na Flórida!

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Esse vídeo é uma compilação de cenas do final de semana em que alugamos uma Harley Davidson para fazermos passeios na Flórida. A moto é incrível e sem dúvida foi uma experiência memorável. Recomendo muito!!

Se quiser saber mais sobre como alugar uma moto em Orlando, leia este post.

Viajando de moto nos Estados Unidos

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Por Douglas Machado

IMG_5975 Em janeiro desse ano (2014) realizei o sonho de pilotar fora do Brasil. De férias nos Estados Unidos, aluguei uma Harley-Davidson Electra Glide Classic por um fim de semana. Nesse post faço um relato da experiência e dou dicas práticas para quem tiver planos de pilotar por lá.

– Roupas, acessórios e a gafe tupiniquim

No dia anterior fui numa loja de roupas e acessórios comprar os equipamentos que nunca tive coragem de comprar no Brasil devido aos altos preços (jaqueta, calça, bota e luvas). Optei pela Cycle Gear, a maior da região. A loja é um colosso… tem de tudo. E o atendimento é ótimo. Sobre o atendimento, começo esse post narrando a pequena vergonha tupiniquim que passei por lá. Ao chegar na loja, me espanto com a falta de motos no estacionamento. Logo concluí o óbvio: poucos americanos usam a moto como veículo para o dia a dia. Ao entrar na loja o vendedor, muito atencioso, perguntou que moto eu tinha para poder me ajudar melhor. Minha moto é uma Yamaha Lander 250cc, moto boa no Brasil, considerada por aqui uma moto “grande”. Eu sabia que não tinha Lander por lá e que o padrão americano é mais elevado, então humildemente disse que tinha uma Yamaha trail “pequena”. Eis que o vendedor me pergunta: “tipo uma Ténéré 600?”. Timidamente digo que não, que era uma 250cc. A expressão de decepção do vendedor foi impagável…

– Pegando a moto

Tendo comprado o que precisava, fui na Eagle Rider no sábado de manhã buscar minha Harley. Novamente, excelente atendimento. Muitas opções de moto. Escolhi a Electra Glide por ser, em teoria, uma excelente cruiser. Digo “em teoria” porque apesar de ter moto desde 2004, só tive duas motos até então. Ao pegar a moto o vendedor me deu todas as instruções. Ensinou a usar o cruse control, o aparelho de som (sim, ela tem um som de excelente qualidade!) e todos os acessórios. A insegurança foi inevitável, já que iria pilotar uma moto grande pela primeira vez (motor 1700cc e mais de 300 kg) sendo que também era a primeira vez que pilotava nos Estados Unidos. Com bastante cuidado e fingindo ser experiente no assunto, saí da loja e fui para o hotel, onde minha esposa deixaria o carro para fazermos a primeira viagem: um bate e volta Orlando – Daytona Beach.

– Pegando a estrada

Saímos de orlando e pegamos I-4. Asfalto perfeito, diferente de qualquer coisa que exista no Brasil. Sinalização clara. Trânsito disciplinado. As duas poucas regras desrespeitadas por lá são: limite de velocidade e buzina. Para-se no pare, não se anda pelo acostamento, preferências são respeitadas. Ninguém força passagem. Não tem “espertos” furando fila nem coisas do tipo. A buzina é para quem deixa de fazer uso de sua preferência e fica parado “comendo mosca”. Ou seja, é só respeitar a sinalização que você viaja tranquilo. E tranquilidade não faltava na Electra Glide. Um grande para-brisa segurava o vento gelado daquele dia frio (cerca de 10 ºC). Os assentos, enormes, pareciam uma poltrona de uma sala confortável. Pés e braços esticados. Rádio via satélite transmitindo um bom rock’n’roll  em alta definição. Praticamente não há curvas nem ladeiras. Também não há mudanças na velocidade, pois mesmo quando há entradas/saídas para grandes rodovias, a quantidade de pistas aumenta. Cerca de uma hora e meia depois chegamos em Daytona Beach.

– Daytona Beach

A cidade é um ícone do automobilismo e do motociclismo. Na chegada logo se vê o famoso autódromo que sedia uma das competições mais conhecidas do mundo: a Nascar. Na rua principal (“Main Street”, literalmente), muitas lojas de moto e bares. Com certa dificuldade (pela falta de experiência com a moto), passamos pelas pequenas ruas e paramos em um estacionamento. Em seguida fizemos uma pequena caminhada pela orla. Sobre a orla, vale a pena destacar que a passagem de veículos é permitida. E o motivo é plausível: nessa imensidão de mais de 10 milhas foi onde começaram as corridas. Almoçamos no famoso “The Pier”. A comida deve ser boa para quem come siri (especialidade lá). O prato que comemos não era lá essas coisas e foi bem caro…

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– Voltando para Orlando

A volta foi tranquila. Curtimos a moto, o som e conversamos muito (mesmo rodando a 70 mph – equivalente a 112 km/h –  é possível conversar com o carona por conta do parabrisa). Ao chegar em Orlando, senti o peso da moto: dores nos braços por conta da embreagem pesada (afinal, o motor tem 1700 cc) e das manobras. No dia seguinte o passeio seria mais ousado: Miami.

– Bate e volta em Miami

As dores no braço incomodavam, mas nada me impediria de rodar os 600 km previstos para aquele dia. Aprendi a usar o cruise control e a viagem foi totalmente diferente. Sem me preocupar com o acelerador, sem curvas nem trevos/cruzamentos, deixei de ser um piloto e me tornei um passageiro (e de primeira classe!). Notei que a 70 mph todos os carros (inclusive ônibus e carretas) me ultrapassavam. Aumentei então para 80 mph (128 km/h). Fiquei um pouco preocupado com os patrulheiros rodoviários que, como nos filmes, ficam em seus possantes carros na beira da estrada. Mas ao perceber que ninguém trafegava numa velocidade inferior à minha, decidi mantê-la. Ainda assim, pude testemunhar várias “intervenções” da polícia. Chega a ser divertido: você olha no retrovisor e vê o sheriff vindo com tudo (e olha que eu estava a quase 130!). De repente ele “cola” na traseira de um determinado carro, cujo motorista sabe que precisa parar no acostamento. A cena se repetiu várias vezes…

Nosso plano inicial era conhecer Miami, mas na véspera optamos por aproveitar a viagem para fazer compras no Sawgrass Mills – afinal, espaço para a bagagem não faltava na moto. Almoçamos, compramos e pegamos a estrada por volta de 17h, horário em que o sol se põe por lá nessa época do ano. Vimos um pôr do sol lindo e logo escureceu. Novamente, viagem tranquila…

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Guia prático (e resumido) para quem quer alugar uma moto nos EUA:

  1. Roupas e acessórios: http://www.cyclegear.com . É uma das melhores lojas para motociclistas. Veja de uma vez o que você quer comprar para não gastar muito tempo na loja (você ficará fascinado com a quantidade de itens e os preços baixos).
  2. Aluguel da moto: http://www.eaglerider.com . Você tem que reservar com antecedência. Se for viajar, recomendo uma cruiser. Se quiser passear pela cidade, o melhor é pegar uma moto menor. O atendimento via email é impecável. Qualquer dúvida, é só acionar.
  3. Seguro: faça. Motos desse padrão custam em torno de US$ 20.000,00. Nas ruas sobram Porsches, BMWs, Buicks e etc. O trânsito é disciplinado e a criminalidade é baixa. Entretanto, se você esbarrar num carro desses ou tiver a moto furtada, terá uma bela dívida para pagar.
  4. Capacete: recomendo que compre um. Na maioria dos estados o uso do capacete é opcional. A locadora vai te emprestar um, mas é só um enfeite. Sequer tem viseira. Não queira pilotar numa noite fria sem viseira como eu pilotei…
  5. Combustível: você vai ter que aprender a abastecer sua própria moto, já que lá não tem frentista. É simples: pague um valor alto no caixa, dizendo a bomba onde você está (cerca de US 20.00 será mais do que suficiente se o tanque estiver vazio), abasteça com muito cuidado para não entornar e volte para pegar o troco (ou estornar o cartão).
  6. Regras de circulação: nada de “usar o bom senso”. Respeite as regras e pronto. Tem que parar no pare. Em faixa contínua não se troca de pista. Seta deve ser usada. E a preferência é SEMPRE do pedestre – que normalmente não olha antes de atravessar. As diferenças para o Brasil são poucas: 1) no sinal vermelho é possível dobrar à direita (exceto se o sinal estiver em forma de seta para a direita); 2) na maioria dos cruzamentos é possível converter à esquerda; 3) na cidade a pista do meio normalmente só é utilizada para conversões à esquerda.
  7. Moto: assista vídeos no Youtube sobre a moto que você vai alugar. Quanto mais conhecer a moto, melhor.
  8. GPS: recomendo alugar um (na própria locadora). Ele já virá ligado na bateria e acoplado no painel. É próprio para moto (pode ser manuseado de luva e resiste à chuva).
  9. Tempo: olhe a previsão do tempo na internet e vista-se adequadamente.

Veja como alugar um carro e dirigir em Orlando

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Você já deve ter ouvido falar que nada mais prático do que alugar um carro quando estiver em Orlando. Isso porque a cidade é preparada para um grande fluxo de automóveis e para falar a verdade não é muito comum ver pedestres pelas ruas. Dizem inclusive que o transporte público não é dos melhores. Além disso, os shoppings, outlets e parques ficam distantes uns dos outros, mas como as vias são rápidas é possível ir de um ponto a outro de carro com um pulo.

“Mas dirigir em outro país deve ser complicado né?”, você pergunta.

Neste vídeo eu mostro como alugar um carro em Orlando e as principais regras de trânsito que precisam ser observadas ao se dirigir na cidade.