Passagens compradas! Rumo à Costa Oeste dos EUA voando com a Aeromexico

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Quem só pode viajar em alta temporada sabe bem o dilema que é a escolha do vôo e o momento ideal para se comprar. Praticamente todas as regras que valem para a compra de passagens em outras épocas do ano podem não valer de nada se você estiver indo para um destino concorrido, principalmente se for passar datas como Natal e Ano Novo. Sem chances de rolar promoção nesta época, então fica difícil correr dos preços salgados. É uma análise complicada de custos e benefícios… Prefiro comprar com antecedência mesmo e viajar com tudo pago (ou quase pago rsrsr).

Então comecei minha saga de olhar diariamente os preços de vôos. Abandonei a ideia de pegar o melhor preço e a partir daí fazer o roteiro. Defini que gostaria de chegar por São Francisco e voltar por Las Vegas. Aí foi questão de planilhar as variações de preço e em mais ou menos dois meses ficou claro que o melhor custo-benefício seria o vôo da Aeromexico. Aproveitei a pequena variação do dólar (de 2,40 para 2,38… fazer o que?), respirei fundo e cliquei em “comprar”.

Demorei a ter uma noção do preço normal destes vôos, então deixo aqui de registro o menor valor que encontrei caso alguém que procure esta informação acabe chegando nessa página via Google…

Datas:
Ida – 18 de dezembro de 2014: Rio de Janeiro > São Francisco (com parada de 4h na Cidade do México).
Volta – 3 de dezembro de 2014: Las Vegas > Rio de Janeiro (com parada de 12h O.O na Cidade do México).

Preço por pessoa, com taxas: R$3.000.

Como sempre viajo nesta época do ano, sei que qualquer passagem para os EUA por menos de R$2500 é um achado. Mas, com a alta do dólar, e o fato de São Francisco ser um destino mais caro, foi uma boa compra. Sem falar que as opções da Copa e da United estavam coisa de US$500 mais caras por pessoa. Coisa de doido! Mas loucura mesmo vai ser essa parada de 12h na Cidade do México na volta. É uma cidade em que já estive e, na época, foi vid4loc4 rsrsrs. Fujo dessas conexões longas como o diabo foge da cruz, mas a diferença no preço multiplicado por 5 pessoas nos fez chegar à conclusão que seria inevitável usar esse vôo.

Fiz uma pesquisa sobre a Aeromexico e li muitas coisas boas. Por incrível que pareça a venda dos bilhetes direto com a companhia estava mais cara que na decolar.com…

Outro ponto positivo é não ter que fazer imigração na conexão, como ocorre nos vôos que param em Houston, Miami, etc. Tanto que minha primeira opção era o vôo da Copa que para no Panamá.

Desde 2013 brasileiros não precisam de visto mexicano para permanecer menos de 2/3 meses no México, então menos um gasto/problema.

Agora é descobrir como pedir refeição vegetariana, como marcar assentos e pesquisar se é viável sair do aeroporto sem correr o risco de perder o vôo.

Alguém já fez esse vôo ou conhece alguém que tenha feito?

Alguém já fez conexão longa na Cidade do México e saiu do Aeroporto? Sem sim, indique esse post!! Preciso de dicas!

De brinde, para quem quiser rir de mim :P., eu no México na década de 90 rsrsrs.

De brinde, para quem quiser rir de mim :P., eu no México na década de 90 rsrsrs.

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Fazendo compras nos Estados Unidos: como planejar e como gastar

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Depois de algumas experiências em planejar férias incluindo uma graninha para as “comprinhas”, eis as minhas principais dicas:

Se gostar de algo, compre. Se deixar para depois vai ficar sem!

Na primeira vez em que viajei eu ficava comparando preço entre uma loja e outra (noob!). E nessa, no meio das programações e do tempo que parece nunca ser suficiente para fazer tudo, muita coisa que eu queria muito comprar simplesmente ficou para trás. Pense o seguinte: no Brasil tudo é no mínimo o dobro do preço. Se lembrar deste “detalhe”, uma pequena diferença no valor de uma loja para a outra não compensa o tempo e o trabalho de ficar pesquisando. Se gostar (e puder pagar, lógico rsrs), compre logo. Melhor que passar o ano todo se arrependendo…

Com ou sem IOF, prefira cartão pré-pago

Com a atual (e malvada) mudança nas regras de cobrança de IOF, que vale agora também para o cartão pré-pago (Visa Travel Money e similares), muita gente vai preferir fazer compras no cartão de crédito mesmo. Sem dúvida é mais prático e ainda pode acumular pontos. No entanto, principalmente para quem nunca viajou para os Estados Unidos, essa pode ser uma armadilha e tanto, pois é muito mais difícil controlar os gastos. Afinal, no caso do cartão de débito, quando ele acaba é sinal de que você torrou tudo que tinha planejado… No de crédito, se não for uma pessoa muito organizada, pode perder a noção do quanto está gastando. São muitas compras, muitas mesmo, e depois de dias você se acostuma a comprar, comprar, comprar… Muito cuidado para não quebrar a banca! Vá com calma que quem sabe no ano seguinte não dá para voltar 😉

Imagine chegar no Walmart sem uma lista? Se fizer isso não irá comprar nada, ou, pior, irá comprar mal.

Imagine chegar no Walmart sem uma lista? Se fizer isso não irá comprar nada, ou, pior, irá comprar mal.

Faça uma lista, pesquise valores na internet e estabeleça limites

Sabe a primeira dica, de comprar sem pensar muito? Bom, ela não é tão maluca se colocada em prática junto com esta dica aqui ó: tenha uma lista com o quanto quer gastar com cada coisa e aí sim, quando ver algo que está na lista, compre. Dá para ter uma noção de todos os preços fazendo pesquisas na internet. Isso ajuda a planejar, antes de viajar, o que deseja de fato comprar. Imagine que você tem uma cota de X dólares para gastar, e percebe que aquela câmera vai consumir boa parte dela. Neste caso, antes de viajar e se deparar com este tipo de dilema, defina prioridades!

Difícil é respeitar os limites...

Difícil é respeitar os limites…

Não entre em frenesi!!!!

O ditado “quem nunca comeu melado quando come se lambuza” é verdade absoluta, especialmente no que diz respeito a brasileiros em Orlando/EUA. Tudo é tão mais barato que dá vontade de comprar o mundo. A pessoa chega num Walmart da vida e compra quinze quilos de MMs, dez potes de Pringles, e por aí vai. Parece aquelas gincanas em que quem encher mais o carrinho ganha um prêmio do final.

Outra coisa que acontece muito é a Síndrome da Bugiganga. A pessoa torra uma nota com lembrancinhas, que nos parques custam uma fortuna, e coisas que nem queria comprar. A verdade é que, mesmo tendo se planejando muito, uma hora a grana acaba, e a pior coisa é ter comprado um monte de porcarias, só porque essas porcarias no Brasil custam uma fortuna.

Infelizmente estamos acostumados a pagar muito pelas coisas, mas tente ter foco. Em resumo: compre o que tinha planejado comprar e tente não comer como louco, afinal não é à toa que os americanos estão gordos!

Siga sua lista ou acabará como eu, comprando cotonetes rsrsr...

Siga sua lista ou acabará como eu, comprando cotonetes rsrsr…

Tome como regra pagar MUITO barato

Considerando que atualmente (15/03/14) o dólar está alto, é preciso ser mais exigente com os preços. Infelizmente não dá mais para só multiplicar por 2….

Nunca entendi as pessoas que vão para os EUA e compram um Nike por mais de US$100 dólares só porque é lançamento, ou porque gostou. Cada um que use seu dinheiro como quiser, mas é triste ver tanto desperdício de verdinhas!

Lembro bem que na primeira vez que fui aos EUA depois de “velha” 😛 encontrei um tênis que tinha acabado de comprar no Brasil (na época por R$400) sendo vendido em um outlet por US$26. Guardei esses valores porque foi traumático rsrs. Desde então coloquei na cabeça que só compro nos EUA o que for realmente barato, pois há muitas opções. Por exemplo: no Outlet da Nike você encontra tênis de US$90, mas a maioria custa menos de US$50. Vou procurar sempre um tênis que tenha três requisitos: 1) confortável; 2) bonito; 3) barato, muito barato. Pode ser que o que eu mais goste não esteja com um bom preço. Então ele volta para a prateleira. Cada vez que viajo compro tênis, e nunca mais caro que US$30 ou no máximo US$40. O mesmo vale para roupas. Estabeleça um limite por peça e só compre algo mais caro do que esse limite se gostar muito. Um exemplo? Blusinhas na Forever 21 por não mais de US$18 dólares. Dá para achar muita coisa legal nessa faixa de preço.

E se quiser comprar coisas nos parques, estabeleça uma cota, pois é tudo muito caro...

E se quiser comprar coisas nos parques, estabeleça uma cota, pois é tudo muito caro…

Cuidado com a alfândega…

Quando você fala que vai para os EUA começa a chover gente te pedindo para comprar coisas de todos os tipos! Como regra, eu digo não para todas (exceto para os MUITO chegados, claro…), porque quero curtir férias e não virar sacoleira. Independente do que comprar lá, para você ou para os outros, lembre-se da fiscalização da alfândega. Não houve uma só vez em que eu não tenha passado as malas no raio-x, e em uma delas tive até que mostrar nota fiscal de equipamentos eletrônicos (que por “sorte” eu havia comprado no Brasil).

Os fiscais farejam iPad. Além disso, acho que eles se baseiam em alguns pré-conceitos (fundados e infundados) para parar as pessoas. Estou certa de que tenho cara de sacoleira, e dou sorte de nunca terem implicado com a quantidade de roupas e vidros de shampoo (apesar de um dos fiscais certa vez ter rido na minha cara rsrsrs). Para minha sorte, nunca precisei pagar nada, mas sei de histórias de fazer chorar. Não exagerem especialmente com eletrônicos. No fim das contas, ainda que te façam pagar alguma coisa por ter muitas roupas e coisas do tipo, o que pega mesmo são equipamentos eletrônicos, porque é mais fácil para eles levantarem os preços e enfiarem a faca. Caso queira “exagerar” sem declarar, prepare-se para arcar com as taxas + multa. No fim do ano quero comprar um Macbook novo e, sinceramente, prefiro me planejar para pagar o imposto devido…

Se tiver muitas malas, e todas elas abarrotadas, a chance de ser parado é maior.

Se tiver muitas malas, e todas elas abarrotadas, a chance de ser parado é maior.

Sobre macetes para não ser parado, não acredite neles. Se te perguntarem algo, fale a verdade. Afinal você está voltando para o Brasil, mas logo no primeiro dia não precisar ser tão brasileiro…

Quando chegar no Brasil, pare de comprar

Que me perdoe a economia nacional, mas é preciso lembrar que as férias acabaram e que tudo no Brasil custa uma fortuna. Depois de duas, três semanas fazendo compras e batendo perna todos os dias, a tentação de manter o hábito no Brasil é forte. Lembre-se: nada aqui é barato. Assim que pisar no aeroporto aceite que acabou e comece a juntar $ para a próxima.

Vídeo do Expedia sobre São Francisco

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Para quem curte vídeos sobre viagem fica a dica do canal do Expedia no Youtube. Há vídeos sobre diversas cidades. No momento estou vendo e revendo este aqui ó, sobre San Francisco. Ah… a Golden Gate… Mal vejo a hora… 😀

Ps: Alerta vermelho. Estes vídeos do Expedia podem te deixar maluco para sair pelo mundo em viagem…

Nosso novo roteiro de 18 dias na Costa Oeste: São Francisco, Los Angeles e Las Vegas

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Depois de muito quebrar a cabeça e pesquisar preços resolvemos fechar com o seguinte roteiro na Costa Oeste:

A – São Francisco (com direito a ida em Napa Valley)

B – Palo Alto (adivinha!)

C – Monterey (indo pela Highway 1)

D – Carmel

E – Big-Sur

F – San Simeon

G – Santa Barbara

H – Los Angeles

I – Anaheim (com dois dias na Disneyland <3)

J – Las Vegas (com direito a Grand Canyon South Rim)

De São Francisco a Las Vegas passando por Los Angeles

De São Francisco a Las Vegas passando por Los Angeles

Mapa completo aqui

Isso tudo depois de pensar na divisão de dias. Vai depender um pouquinho do vôo que tiver o melhor preço, mas pelas pesquisas de horário que fizemos a intenção é ficar desse jeito:

Dia 1: Vôo para San Francisco

Dia 2: Chegada em San Francisco

Dia 3: San Francisco

Dia 4: San Francisco

Dia 5: San Francisco (ida a Napa Valley)

Dia 6: Viagem São Francisco a San Simeon passando por Palo Alto e Monterey.

Dia 7: Viagem de San Simeon a Los Angeles

Dia 8: Los Angeles (Disneyland)

Dia 9: Los Angeles (Disneyland)

Dia 10: Los Angeles

Dia 11: Viagem de Los Angeles a Las Vegas

Dia 12: Las Vegas

Dia 13: Las Vegas

Dia 14: Las Vegas

Dia 15: Las Vegas

Dia 16: Las Vegas

Dia 17: Vôo Las Vegas – Rio

Dia 18: Chegada ao Rio de Janeiro

Um tour pela Costa Oeste: Las Vegas, São Francisco e Los Angeles

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Fevereiro daqui a pouco está acabando e já passou da hora de começar a programar a próxima viagem. É muito difícil não ir a Orlando, mas como esse ano já foi a segunda vez consecutiva, acho que tá na hora de variar um pouco e dar um rolé em uma região que me atrai muito: a Costa Oeste dos Estados Unidos.

Essa é uma viagem que achei que demoraria anos para fazer. Mas se tudo der certo em dezembro aterrizamos em Las Vegas, subimos para São Francisco e, depois de tomar muito vinho em Napa Valley (e quem sabe bater um papo com o Coppola…), chegamos a Los Angeles, encerrando a viagem com um reveillon na Disneylândia (lágrimas…).

O roteiro está no mapa abaixo. O único trecho que será percorrido de avião será o de Las Vegas a São Francisco, porque queremos descer a famosa Highway 1 de São Francisco a Los Angeles de carro, passando pelos mirantes e outras atrações turísticas.

A – Las Vegas, Nevada

B – São Francisco, Califórnia

C – Napa Valley, Napa, Califórnia

D – Monterey, Califórnia

E – Big Sur, Califórnia

F – Santa Bárbara, Califórnia

G – Los Angeles, Califórnia

H – Anaheim, Califórnia

E aí? Deu pra cansar? O desafio agora é fazer essa farra toda caber no orçamento (tenso!). A gente que está acostumado a pagar baratinho em hotel basicão em Orlando vai passar aperto para conseguir bons preços, ainda mais com um grupo maior, mas planejamento é pra isso!

O primeiro passo, como sempre, é a compra das passagens! Simbora simular vôos na decolar.com…